sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Endobranding: indo além da comunicação interna




A palestra fará uma abordagem do que é identidade, imagem e percepção. A construção de valor e significância em branding e como que tudo isso é sustentado por pessoas, que precisam ser entendidas, o que se dá num processo de endobranding.

Palestrante: Tio Flávio Tófani

Graduado em Comunicação Social pela Fafi-BH, Especialista em Gerenciamento de Pequenas e Médias Empresas pela UFLA, Especialista em Marketing pela UFMG e Mestre em Engenharia da Produção - Gestão de Negócios pela UFSC.

Atualmente é palestrante, consultor de empresas, além de coordenador e professor em programas de pós-graduação em diversas Instituições de Ensino Superior do Brasil.

Coordena os cursos de Pós-Graduação em Gestão de Marcas e Identidade Corporativa e de Comunicação Interna para Relacionamentos Estratégicos, ambos da PUC/MG.

Criador da metodologia do Alinhamento e Posicionamento Internos (API). É membro-fundador da AMMA – Academia Mineira de Marketing e autor do livro "Entender o Marketing na Gestão Escolar: agregando valor à marca das escolas", da Editora Educacional (2011).

Criador do projeto Tio Flávio Cultural, evento gratuito que tem os objetivos de promover o intercâmbio de experiências profissionais; disseminar novas culturas de relacionamento profissional; estimular novas posturas profissionais; desenvolver pessoas e organizações e promover o networking entre os participantes.

Contato: tio@flaviotofani.com.br e tioflavio.com

Bibliografia:

Nos Bastidores da Disney: Tom Connellan

A Estratégia Starbucks: Joseph Michelli - Campus

Cirque Du Soleil: a reinvenção do espetáculo: John Bacon

DNA Empresarial: Lígia Fascioni – Integrare

O Significado da Marca – Mark Batey

3 comentários:

Amanda Moura disse...

O palestrante Flávio Tófani, ou Tio Flávio (maneira como prefere se apresentar), introduziu em sua palestra o conceito de Endobranding, uma especificação do Branding que busca o "senso de pertencimento compartilhado", o que significa que os funcionários de uma empresa precisam entendê-la para saber compartilhar, transmitindo adequadamente o que a marca é a fim de criar significado para os outros.

Foi enfatizado a importância de se considerar a cultura da empresa, assim como analisar o contexto de forma ampla, para descobrir o que ela tem de atributos e posteriormente traduzir seus valores em tudo: marca gráfica, estrutura física, processo seletivo.

Alguns termos e conceitos essenciais de Branding, como identidade, imagem e percepção, foram brevemente apresentados, destacando-se aqueles essenciais ao processo de Endobranding, como alinhamento - quando a empresa entende os atributos e faz com que os funcionários os entendam e os manifeste em seus comportamentos -, posicionamento - quanto sugere como quer que a percebam -, e valor para os clientes - situação em que os benefícios percebidos sobressaem aos custos sentidos.

A partir de alguns exemplos, concluiu-se que marca era símbolo, entretanto marca, hoje, é experiência. É preciso, assim, preparar a cultura das organizações para que as pessoas estejam também preparadas e as mudanças aconteçam e, ainda que o processo seja demorado e árduo, é trabalhando internamente que será possível gerar significado, uma vez que tem-se pessoas como base de sustentação de qualquer instituição.

Amanda Cornélio de Moura | DG manhã

Sarah Hilbert disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Sarah Hilbert disse...

Sabemos que para ter sucesso e manter-se no mercado as organizações precisam fortalecer suas marcas, e, neste ponto, o “Tio Flávio” chamou a atenção dizendo que a marca não é mais um símbolo e sim uma experiência.

Construímos a imagem da marca por meio de ferramentas de comunicação, mas para construir uma experiência positiva as empresas precisam entender e investir em satisfazer efetivamente seus clientes.É necessário ter como objetivo trazer o cliente para dentro da empresa e aí, sim, é que a experiência do cliente tem início.

Isto é fácil perceber quando falamos de empresas como Apple e Starbucks, porém as empresas brasileiras demonstram é que são boas mesmo em vender commodities. Afinal, criar experiências e exceder as expectativas dos clientes dá muito trabalho. Está na hora de aprendermos com as empresas especialistas em criar experiências de alto nível.

Sarah Hilbert | DG Noite

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