quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Os caminhos do pensamento científico na Universidade



O objetivo da palestra é apresentar aos alunos o porquê da pesquisa científica, apresentando as modalidades de investigações científicas (paper, artigo,monografia) e os caminhos que podem ser seguidos na pesquisa após a conclusão do curso: especializações, mestrado e doutorado.

Palestrante:

Rita Aparecida da Conceição Ribeiro é publicitária,mestre em Comunicação Social pela UFMG e doutora em Geografia, também pela UFMG. É professora do Programa de Pós-Graduação em Design - PPGD da UEMG, além da avaliadora ad-hoc do MEC para os cursos de Comunicação e Design. Sua principal área de pesquisa reside nas culturas urbanas.

Contato: rribeiroed@gmail.com

Bibliografia:

4 comentários:

Filogonio disse...

A Professora e Doutora Rita Ribeiro deu uma palestra que esclareceu uma série de questões referentes ao futuro dos alunos que irão graduar, e não tem um norte referencial de decisão quanto à sua carreira. Ela discorreu, com maior ênfase, sobre a carreira acadêmica e suas possibilidades.

Entre os temas abordados, foi ressaltada a crescente importância da Academia para o mercado de trabalho em Design, que tem valorizado cada vez mais o profissional com embasamento científico e pós-graduação em seus currículos, não apenas porque teoria e prática são ambas necessárias na atividade de Design - e que cada vez mais, o que é discutido na academia é também praticado dentro das empresas - como também uma pós-graduação é um diferencial para o profissional que deseja atuar na área. Uma coisa interessante comentado pela professora Rita, foi o fato de que um TCC bem escrito pode servir de porta de entrada e valorização do currículo.

Também foi esclarecido onde existem cursos de pós-graduação no Brasil, o que são artigos, papers e monografias, enfim, terminologias necessárias para o ingresso do aluno no mundo acadêmico.

Vale ainda ressaltar a importância de se começar a carreira acadêmica ainda na Universidade, para aqueles que queiram seguir esta carreira, procurando fazer iniciações científicas, participar de congressos e se envolver nas atividades de sua instituição de ensino.

Bruno Magalhães Filogonio – 8° DG - Manhã

Marcelo disse...

A palestra trata de um assunto muito pouco abordado dentro da matriz curricular do curso: a importância do pensamento científico e, sobretudo, a disponibilidade de caminhos a serem seguidos após a graduação.

A pesquisa científica traduz-se na busca, no tratamento e na transformação de informações a partir de regras fornecidas por determinada metodologia e representa principalmente, o amadurecimento do pensamento a partir de uma ideia inicial.

A fala da professora e doutora Rita Ribeiro evidencia a indissociação do pensamento científico da atividade prática. “Fazer design é trabalhar vendendo coisas, objetos, produtos, ideias”, a pesquisa é essencial para a conceituação de um projeto. O conhecimento científico dá explicação a fenômenos e assim sendo, encontra-se no design um pensamento sistemático, relacionado a um método, sistema de ideias.

Trabalho prático também é pesquisa. A boa e sistematizada informação tem mais valor do que muita informação, na nossa metodologia de trabalho o importante é “fazer boas perguntas para obter boas respostas”.

O cerne do discurso também se encontra na importância da pesquisa para transformação da sociedade através da produção do conhecimento assim como para “mudar a visão do mundo” do pesquisador, atingir uma percepção diferenciada da sociedade em que o mesmo está inserido.

A palestrante deixa bem claro esse segundo viés quando fala da possibilidade de abordagem de assunto de seu interesse na pesquisa científica (a exemplo temos sua tese sobre o quarteirão do soul, da qual falou com tamanho entusiasmo e emoção), mostrando que a pesquisa científica nem sempre é chata e enfadonha como é geralmente conhecida e que tal percepção depende da escolha do pesquisador.

Após explicação de termos usados na investigação científica – paper, artigo e monografia – e das famigeradas modalidades de pós-graduação – especialização ou MBA (Lato Sensu), mestrado e doutorado (Stricto Sensu) –, foram dadas dicas de qual caminho é mais adequado a cada interesse e formas de escolher um curso de pós-graduação, e ainda foi mencionada a crescente importância que tem se dado ao pensar design, o que o leva a assumir novos papéis na sociedade.

O design tem sido reconhecido como prática também científica, de pesquisa e planejamento e tem havido maior diálogo entre empresas e universidades, entre universo profissional e acadêmico, assim como crescente concorrência e busca por profissionais qualificados no mercado de trabalho.

“Quanto mais a gente estuda mais apto se torna a discutir coisas” – Rita Ribeiro

Marcelo Andrade Torres – 8º DG Manhã

Laura disse...

No último encontro, realizado no dia 18 de Agosto, a professora e doutora Rita Ribeiro ministrou uma palestra com o tema: “Os caminhos do pensamento científico na Universidade”. A palestra foi esclarecedora para os alunos, principalmente para os que pretendem estender os seus estudos após a graduação, pois as diversas possibilidades a serem trilhadas na Academia foram apresentadas.

Os primeiros contatos dos alunos da graduação com a pesquisa científica podem ocorrer de duas maneiras: através da Iniciação Científica ou dos Trabalhos de Conclusão de Curso (Monografias). O ideal é que o aluno que deseja percorrer uma carreira acadêmica esteja engajado desde o início do curso em algum projeto de iniciação científica, entretanto, isso não é um empecilho para aqueles que somente ao final do curso optaram por esse caminho.

Após a graduação as possibilidades são várias e vão desde os cursos de pós-graduação Lato Sensu (especialização ou MBA) até os cursos de pós-graduação Stricto Sensu (mestrado e doutorado).

Mesmo para os alunos que pretendem ingressar no mercado de trabalho do Design é importante pensar que a qualificação pode ser um diferencial em seu currículo. A professora Rita ressalta que o distanciamento entre as universidades e as empresas vem diminuindo significativamente e que cada vez mais o mercado de trabalho valoriza o conhecimento científico, a reflexão e os pensamentos proporcionados pela Academia. Além disso, a professora diz: “Trabalhar com pesquisa não é uma coisa chata como se pensa, há coisas bem legais de se fazer”. Portanto, ingressar na área da pesquisa pode ser uma forma de se destacar profissionalmente em um mercado que vem se tornando cada vez mais exigente e competitivo.

Laura Silveira Fahel – 8º DG Manhã

Unknown disse...

Na quinta-feira, dia 18, foi ministrada a palestra da professora e doutora Rita Ribeiro, “Os caminhos do pensamento científico na Universidade”. O conteúdo da palestra abriu os olhos dos alunos para uma outra trilha que vai além da de simplesmente se alistar ao mercado de trabalho. A doutora conversou sobre sua carreira e explicou detalhadamente os caminhos que existem dentro do universo academico.

Durante a palestra, foram demonstrados com clareza e detalhes os degraus que existem dentro da formação acadêmica (desde a iniciação científica ao doutorado). A professora relatou que, apesar de algumas exceções, o caminho acadêmico é melhor aproveitado quando a hierarquia de etapas é respeitada, partindo de um iniciação científica, ou uma monografia e seguindo para o mestrado e depois o doutorado, sucessivamente. De acordo com a doutora, cada etapa do processo de formação acadêmica apresenta uma contribuição diferente para a maturidade do profissional e a ordem dos fatores pode alterar o produto.
Durante a palestra, a professora exemplificou o quão investigativo é o cotidiano acadêmico, já que grandes pesquisas e publicações sempre surgem de uma pequena indagação que instiga e se prolifera na mente do profissional. A professora contou o quão é gratificante a busca pelo conhecimento e suas conquistas alcançadas através da mesma.

A maioria das pessoas acreditam que as trilhas mercadológicas e acadêmicas não se cruzam, pois acham que uma pertence a um perfil mais prático e a outra mais acadêmica, respectivamente. Porém foi relatado na palestra um aumento na busca do mercado pelos conhecimentos produzidos na academia. De acordo com a doutora, cada vez mais são valorizados os profissionais que além de estarem no mercado, possuem alguma publicação científica ou alguma formação além da graduação. O caminho não precisa mais ser em somente em uma das trilhas (mercado ou academia), cada área pode contribuir com a outra de maneira bilateral. Isso, de certa forma, sinaliza que o conhecimento conquistado dentro da universidade está começando a cumprir a sua verdadeira função de sair do fundo de uma biblioteca e contribuir ativamente para a sociedade e suas relações como um todo.

Catharina de Araújo Bentos - 8º DG Manhã

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