quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Os caminhos do pensamento científico na Universidade



O objetivo da palestra é apresentar aos alunos o porquê da pesquisa científica, apresentando as modalidades de investigações científicas (paper, artigo,monografia) e os caminhos que podem ser seguidos na pesquisa após a conclusão do curso: especializações, mestrado e doutorado.

Palestrante:

Rita Aparecida da Conceição Ribeiro é publicitária,mestre em Comunicação Social pela UFMG e doutora em Geografia, também pela UFMG. É professora do Programa de Pós-Graduação em Design - PPGD da UEMG, além da avaliadora ad-hoc do MEC para os cursos de Comunicação e Design. Sua principal área de pesquisa reside nas culturas urbanas.

Contato: rribeiroed@gmail.com

Bibliografia:

4 comentários:

Erica Ianni disse...

A professora Rita Ribeiro palestrou para os alunos do oitavo período de design gráfico na manhã da última quinta feira, dia 30.09. O tema da palestra foi o pensamento científico inserido no estudo do design gráfico.

Ela esclareceu questões que interessam especialmente a quem pretende seguir a carreira acadêmica, ou àqueles que não querem parar de estudar tão cedo.

A professora nos apresentou definições acerca do que é a pesquisa científica. Disse ainda que esse conhecimento no design nao é tão objetivo, pois trabalhamos com pessoas e não com coisas.

Pudemos perceber que trabalho do pesquisador deve começar já na graduação, inclusive para aqueles que não pretendem seguir a carreira acadêmica, pois mesmo os trabalhos práticos necessitam de uma pesquisa para se conceituar e explicar o seu processo.

Um projeto de graduação bem feito pode ser uma porta de entrada para o mercado, várias oportunidades se abrem a partir dele.

Para quem quer seguir a carreira de professor, o caminho é fazer mestrado e doutorado.

A tendência dos alunos que se formam na UEMG em Design Gráfico é fazer trabalhos práticos no TCC. A Rita veio esclarecer um pouco sobre o outro lado. Sobre a possibilidade de uma carreira dentro da academia.
Ela afirmou sentir um enorme potencial em alguns alunos para a carreira de professor, o que é extremamente positivo para a universidade. Pessoas engajadas na formação acadêmica e pesquisas só vem acrescentar para a formação dos futuros designers, para o enriquecimento da universidade e para o pensamento em torno da profissão. Fortalecendo a academia, fortalece-se
o estudo do design e cria-se melhores profissionais, em Minas e no Brasil.

Tay disse...

No dia 30 de setembro, a professora e doutora Rita Ribeiro palestrou sobre o tema, intitulado por ela, “Os caminhos do pensamento científico na universidade”. Durante sua exposição, conceituou o conhecimento científico e demonstrou como ele pode ser construído e aplicado.

A partir da apresentação da professora, foi possível compreender a diferença entre o conhecimento científico e o filosófico. Enquanto o primeiro trabalha com proposições ou hipóteses que têm sua veracidade ou falsidade conhecida através de experimentações, o segundo tem unicamente a razão como elemento de conclusão.

Além disso, Rita evidenciou formas de aplicação do conhecimento científico – paper, artigo e monografia – e o melhor emprego destas para diferentes situações.

A palestrante discorreu sobre cursos de pós graduação em design no Brasil, o nível de pontuação de cada um, os itens que devem ser conferidos antes de se inscrever em um deles (como o nível de formação do corpo docente) e, ainda, a possibilidade de se ingressar em uma pós logo ao final da graduação.

Finalmente, podemos dizer que Rita Ribeiro proporcionou aos ouvintes da palestra uma visão geral do assunto proposto, garantindo, assim, ao menos o despertar sobre o tema e o levantamento de questões sobre a carreira acadêmica.

TAYMERÊ FONSECA
8º DG \\ MANHÃ

Unknown disse...

Os caminhos do pensamento científico na Universidade... Será que você está preparado? Como está sua prática na escrita? E a defesa de suas idéias? Suas pesquisas são realizadas com real interesse de absorção?

Assim conforme a programação, a última palestra apresentada pela Professora Dra. Rita Ribeiro, estas colocações tomaram uma grande importância, pois á partir da experiência de como ela trata o assunto, e a visão de que muitos alunos possuem um potencial positivo; tanto para especializações, quanto para seguir os caminhos de mestrado ou doutorado, é que devem individualmente rever sua dedicação aos trabalhos propostos até então, pois na etapa final toda esta carga de conhecimentos é que vai valer como diferencial.
Diferença esta na hora de se ver frente a uma monografia, que como ela mesmo disse "não é um bicho de sete cabeças", mas cada qual tem que procurar naturalmente em suas experiências a forma de fazer valer sua contribuição relevante ou original e pessoal á ciência.
Pois afinal a Universidade abre caminhos, mas é fato que cada um deve correr atrás de seus objetivos, seja para atuar diretamente no mercado, ou se dedicar á uma carreira academica.
"Design se faz a partir de outras áreas, mas ele só firma com o pensamento do próprio design".
Cristianne Lobato Dg 8ºp manhã

Alice Chaves disse...

Em palestra apresentada no dia 30 de setembro, na disciplina Seminários do curso de Design Gráfico da UEMG, no turno da manhã, a Professora Dra. Rita Ribeiro abordou “os caminhos do pensamento científico na universidade”.
De início ela apresentou uma caracterização resumida do que constitui o conhecimento científico. Concluindo que toda investigação parte de uma inquietação sobre um assunto específico, a professora nos mostra que essa realidade da pesquisa acadêmica é muito mais próxima de nossas vidas do que imaginamos.
Ao longo da história, todo conhecimento considerado ciência partiu da constatação de um fenômeno e a busca do porque deste fenômeno. Através da palestra fica esclarecido que a produção científica não é exclusiva do que pensamos tradicionalmente como ciência, mas abrange, também, toda a área do conhecimento humano e social. É claro que, nestes casos, a comprovação pela experimentação fica comprometida já que lidamos sempre com opiniões e situações completamente mutáveis.
Ela ainda discorre sobre a precariedade da produção acadêmica nacional do design. Mesmo havendo algumas, o número de instituições que promovem cursos de pós-graduação no design é completamente insuficiente, visto o tamanho do nosso país e a demanda de profissionais direcionados para a academia.
Ao nos mostrar caminhos para a entrada no mundo acadêmico (desde a produção de artigos científicos, passando por um trabalho de conclusão de curso bem embasado, além das formas de pós-graduação, como a especialização, o mestrado e, finalmente, o doutorado) Rita nos incentiva a pensar no caminho acadêmico como uma alternativa, ou mesmo um complemento, para nossas futuras carreiras.
Alice Chaves Dias | 8°DG | Manhã

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